A educação básica é crucial para a contribuição no corpo social, seja no mercado de trabalho, no âmbito cultural ou simplesmente para ter melhores condições de vida. 

Nosso país ainda possui altos índices de adultos não-alfabetizados ou que não cursaram o ensino fundamental e médio. Atualmente, o analfabetismo atinge 11 milhões de brasileiros, aproximadamente 5% da população. Porém, este número diminuiu significativamente ao longo das últimas décadas; em 2000, por exemplo, este número ultrapassava 12% da população. 

Um dos aliados nessa melhoria foi o EJA – Educação de Jovens e Adultos -, projeto criado em 2007 com objetivo de permitir que pessoas a partir de 15 anos e que não tiveram a oportunidade de frequentar a escola na idade convencional, possam concluir seus estudos. Considerado uma conquista social, passou a beneficiar uma parcela da população que vinha sendo negligenciada há muito tempo.

Diferente dos métodos utilizados com crianças e adolescentes, o EJA trabalha com uma proposta diferente de inclusão, como uma preparação para o mercado de trabalho, abordando conteúdos equivalentes aos da escola comum, porém em linguagem adulta. O curso pode ser feito tanto em modalidade presencial, indo até uma instituição, quanto em formato EAD, aprendendo sem sair de casa. 

É importante priorizar a educação de jovens e adultos, já a carência de estudos influencia diretamente na sociedade. Através dela, é possível compreender melhor a si mesmo e o mundo em que se vive, gerando mudanças positivas com seu conhecimento.

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Brenda Lopes

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